Protetores solares são seguros e índice de proteção corresponde ao rótulo

Estudo conduzido pelo Infarmed

08 agosto 2018
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A Autoridade do Medicamento analisou vários protetores solares à venda em Portugal e concluiu que os fatores de proteção correspondem ao que é indicado no rótulo, apresentando qualidade e segurança.
 
O Infarmed, que tem a responsabilidade de supervisionar os produtos cosméticos, realizou este ano uma ação de supervisão do mercado de protetores solares, avaliando a sua qualidade laboratorial e analisando o seu fator de proteção. Entre 2007 e 2018 foram fiscalizados mais de 250 protetores solares.
 
Segundo os resultados do estudo, a que a agência Lusa teve acesso, dos 22 produtos com função de protetores analisados depois de colhidos em diversos locais de venda ao público, todos “apresentaram um fator de proteção solar correspondente à categoria declarada no rótulo”.
 
Após 154 ensaios laboratoriais realizados, o Infarmed não encontrou nenhum caso em que o fator de proteção não correspondesse ao indicado no rótulo. Também a nível das análises para determinar a contaminação por bactérias, os produtos mostraram cumprir os limites estabelecidos.
 
As análises do Infarmed incidiram especialmente nos protetores solares com fatores de proteção entre 30 e 50. A Autoridade do Medicamento aproveita para lembrar que apenas os cremes com fator de proteção acima de 30 “apresentam proteção elevada”, já que a proteção entre 6 e 10 é baixa e entre 15 e 25 é média.
 
São ainda recordados conselhos de utilização, como colocar o protetor solar de duas em duas horas e após nadar ou transpirar.
 
Tal como a generalidade das autoridades de saúde, o Infarmed indica ainda que a proteção do sol não se pode ficar pelo uso do protetor, aconselhando a que se evite a exposição solar entre as 12:00 e as 16:00, por exemplo.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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