Prémio “Mulheres na Ciência” distingue estudos sobre redes cerebrais e regeneração

Prémio atribuído anualmente pela empresa L'Oréal Portugal

01 março 2019
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O Prémio L'Oréal "Mulheres na Ciência" distingue, este ano, investigadoras que estão a estudar a doença lúpus, a regeneração dos “amortecedores” das vértebras, as redes cerebrais e a vida marinha, anunciou a organização.
 
A distinção, no valor de 15 mil euros, foi entregue, em Lisboa, às cientistas Diana Madeira (Universidade de Aveiro), Joana Cabral (Universidade do Minho), Joana Caldeira (Universidade do Porto) e Patrícia Costa Reis (Universidade de Lisboa).
 
O Prémio "Mulheres na Ciência" é atribuído anualmente a jovens investigadoras, entre os 30 e os 36 anos, e financiado pela empresa de cosmética L'Oréal Portugal.
 
Diana Madeira quer perceber como as minhocas marinhas respondem às alterações climáticas e à poluição.
 
Joana Cabral propõe-se trabalhar num modelo teórico capaz de explicar os mecanismos bioquímicos do cérebro que, quando alterados, estão na origem de doenças como a esquizofrenia ou depressão.
 
Joana Caldeira vai usar a técnica de edição genética CRISPR/Cas9 na regeneração dos discos intervertebrais, os “amortecedores” das vértebras que, quando danificados, levam à dor lombar.
 
Patrícia Costa Reis irá aferir se as pessoas com lúpus, doença em que o sistema imunitário ataca o próprio corpo em vez de o proteger, provocando inflamação, têm um intestino mais permeável que possa levar à passagem de bactérias para a circulação sanguínea, desregulando o sistema imunitário.
 
As quatro investigadoras distinguidas este ano com os Prémios L'Oréal "Mulheres na Ciência" foram selecionadas entre mais de 70 candidatas por um júri presidido pelo investigador e deputado Alexandre Quintanilha.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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