Investigadora da UMinho vence prémio da Nature

Prémio na área da depressão de forma a encontrar tratamentos mais eficazes

14 novembro 2019
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A investigadora da Universidade do Minho, Luísa Pinto, a trabalhar na área da depressão, ganhou um dos prémios “Nature Research Awards for Driving Global Impact”, que distingue investigadores em início de carreira, anunciou aquela academia.
 
Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho adianta que Luísa Pinto, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS), é uma das três vencedoras do prémio Nature que distingue jovens cientistas "cuja investigação tem um impacto positivo na comunidade", realçando o facto de ser a única mulher e a única portuguesa no "restrito lote de finalistas".
 
Além do currículo, explica o texto, os candidatos submetem um projeto a desenvolver, sendo que a depressão "é um dos tópicos" que a investigadora tem trabalhado com o objetivo de "construir uma base para criar novos antidepressivos".
 
A investigadora portuguesa, uma das três galardoadas, recebe assim uma bolsa de 10.000 dólares americanos (mais de 9.000 euros), e ainda um perfil na revista Nature e no sítio online do prémio.
 
Luísa Pinto, refere a UMinho, "estuda a relação entre os astrócitos gerados de novo no cérebro adulto (células do sistema nervoso central que têm a função de sustentar e nutrir os neurónios, bem como regular os neurotransmissores) e a patofisiologia da depressão.
 
A depressão afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 30% dos pacientes não tem respostas positivas às terapias existentes atualmente. 
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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