Desenvolvido método para prever o risco de pré-eclâmpsia

Estudo publicado na “EPMA Journal”

28 outubro 2019
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Investigadores australianos desenvolveram um método barato e simples de prever o risco de pré-eclâmpsia.
 
A pré-eclâmpsia atinge cerca de 76.000 mulheres grávidas e seus bebés em todo o mundo, especialmente em países em desenvolvimento. Causa complicações cerebrais e danos no fígado das mães e o nascimento prematuro dos bebés.
 
Os cientistas da Universidade Edith Cowan avaliaram a saúde de 593 grávidas ganesas através do Questionário sobre Saúde Subótima desenvolvido em 2009 por Wei Wang, da mesma universidade.
 
Foram combinadas pontuações das respostas quanto a fadiga, saúde do coração, digestão, imunidade e saúde mental.
 
Olhando apenas para as respostas dos questionários, 61% das mulheres com pontuação alta desenvolveram pré-eclâmpsia, comparando com apenas 17% das mulheres com pontuação baixa.
 
Quando estes resultados foram combinados com análises ao sangue onde se mediram os níveis de cálcio e de magnésio, os investigadores conseguiram prever 80% dos casos de pré-eclâmpsia.
 
Enoch Anto, investigador, salienta a relevância destes testes e exames, visto que a pré-eclâmpsia, detetada a tempo, pode ser tratada e vidas podem ser salvas, principalmente nos países em desenvolvimento onde a ocorrência de complicações é maior.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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