Frio causou "ligeiro aumento" de procura dos cuidados primários

Plano de contingência para o frio no Norte em operação

10 janeiro 2019
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“São situações às quais estamos a responder e a acompanhar. Até ao momento, apenas numa ou noutra unidade se alargou o horário de funcionamento e reforçou a equipa”, disse à Lusa fonte oficial da ARSN, referindo-se ao Serviço de Atendimento Complementar do Covelo, no Porto, e ao de Braga, respetivamente.
 
De acordo com a mesma fonte, “não tem havido situação ou procura que justifique” outros alargamentos ou reforços, nomeadamente devido à gripe que a diretora-geral da Saúde admitiu na sexta-feira que pudesse entrar em período epidémico no prazo de uma semana.
 
“De uma forma geral, estamos a monitorizar diariamente as unidades de saúde primárias em toda a região, apenas nos termos do plano de contingência definido para o efeito”, observou a ARSN, em resposta a questões da Lusa.
 
Quanto aos hospitais, a ARSN diz que se tem “notado, momentaneamente, um ou outro pico, mas em nada comparável (para já) com o que se verificou em períodos homólogos de anos anteriores”.
 
Quanto aos alargamentos de horário das unidades de cuidados de saúde primários (vulgo centro de saúde), a ARSN referiu apenas a situação do serviço de Atendimento Complementar da Unidade do Covelo, na zona do Porto Oriental.
 
A ARSN referiu ainda que, em Braga, o Atendimento Complementar reforçou o serviço “com um médico”.
 
As temperaturas mínimas vão continuar muito baixas em Portugal continental pelo menos até ao final da semana, podendo chegar aos 5 graus negativos em algumas regiões do território, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
 
De acordo com a especialista do IPMA Ângela Lourenço, as temperaturas mínimas vão estar com valores abaixo de zero e mesmo perto do litoral vão estar perto dos zero graus ou 1 grau. “Nas regiões do interior, as temperaturas mínimas podem atingir -5 ou -4. 
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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