Descoberto método de deteção de formas anormais da proteína tau

Estudo publicado na revista “Acta Neuropathologica”

23 outubro 2019
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Cientistas do National Institutes of Health, EUA, desenvolveram um teste ultrassensível para detetar formas anormais da proteína tau associadas a doenças neurodegenerativas pouco comuns.
 
A acumulação anormal da proteína tau no cérebro foi já associada a 25 diferentes doenças neurodegenerativas. Contudo, para se diagnosticar a doença com precisão é necessário analisar tecido cerebral retirado depois da morte do paciente.
 
Os investigadores descobriram um método que permite fazer uma análise semelhante àquela feita depois da morte utilizando fluido cefalorraquidiano ainda em vida. 
 
Com este novo método podem detetar anormalidades da tau em casos de paralisia supranuclear progressiva, degeneração corticobasal e outros casos de neuropatias degenerativas menos comuns.
 
A equipa detetou anormalidades da tau no líquido cefalorraquidiano em doentes vivos e depois de falecidos. Num dos casos este teste inovador levou mesmo à correção do diagnóstico de um paciente.
 
Este estudo oferece um novo método de diagnóstico eficaz ainda em vida do doente.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A. 
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